Matéria do R7

Because You Wrote!Olha gente, que legal essa matéria que saiu no R7 (novo portal da Rede Record).
Achei a matéria super legal e falou tudo o que eu penso sobre o TBDT (ai, só de pensar já me dá uma coisa.. hoauhsuoah) bom, confiram aí em baixo e particularmente, eu adorei o último parágrafo. Faz tempo que não vejo nenhuma matéria que fale da Avril tão bem. (o povo aqui no Brasil gosta de falar mal da nossa musa loira, mas enfim) Vejam abaixo 😀

Milionária bonita, famosa e divorciada, 25 anos, procura…

…algo para fazer com o resto de sua vida.

Hoje é o primeiro dia do resto da vida de Avril Ramona Lavigne, um quarto de século completado ontem. Ela fez mais em oito anos de carreira do que a maioria de nós na vida inteira. São três álbuns, mais de 30 milhões de cópias vendidas, shows nos cinco continentes, três filmes, um perfume (Black Star), uma marca de roupas (Abbey Dawn, loja própria em Tóquio!). No total, faturou quinze milhões de dólares em 2008.

Avril é uma boa moça canadense, católica e interiorana, que começou cantando no coral da igreja. Com 15 anos já tinha preparado a primeira fita de demo e sabia o que queria – rock! Foi adotada por um grande produtor de cara. Estourou na primeira faixa do primeiro álbum. Uma questão interessante: o que você faz quando consegue tudo o que sonhava logo na primeira tentativa? Ela virou a princesinha punk pop, espevitada, feminina mas perfeitamente enturmada com “os caras”. Fez milhões de seguidoras – não só fãs, mas meninas que perceberam nela algo para ser, um modelo de comportamento a emular.

Mas os anos foram passando. E a espoleta Avril parecia regredir mentalmente. O álbum mais recente trazia a moça se fantasiando de menininha de 12 anos de idade. Os shows pareciam concurso de cheerleader. O hit e clip Girlfriend reclamavam do menino e defendiam que ela, Avril, é que devia ser a nova namorada dele. Enquanto isso, Avril já tinha casado na igreja com outro roqueiro canadense, o vocalista do Sum 41, Deryck Whibley, e mudado para uma mansão em Bel Air. É uma coisa que acontece muito. Meninas que chegam ao sucesso na adolescência e dela não conseguem sair. Até hoje Angélica, mãe de duas crianças, tem trejeitos de teenager. Mas não deve ser nada fácil ser Avril Lavigne.

Porque no campeonato das grandes vendagens, você concorre com divas superproduzidas com ambição e pinta de stripper, como Beyoncé, Shakira e cia. Na profissão de compositora e performer, enfrenta gente que tem muito mais credibilidade que você (basicamente porque você ganhou muito dinheiro e os outros não). Mesmo que você toque vários instrumentos e fique muito bem carregando uma Telecaster.

E na sua cola, vem uma infinidade de garotinhas que, sim, foram suas fãs e agora te substituiram no coração das teens – Miley Cyrus, Taylor Swift e por aí vai. Resta fazer o que Avril está fazendo: prometer para este final de ano um álbum emocional, com fortes tintas acústicas. Lançar o disco com a gravação de uma faixa escrita pela própria Avril quando tinha 15 anos, Darlin. E, torço, seguir o exemplo de outra canadense, dez anos mais velha, Alanis Morrisette: amadurecer sem se preocupar tanto em agradar os outros.

A adolescência é excitante, surpreendente, angustiante e todas as outras emoções limite que você quiser listar. Mas uma hora ela acaba. E aí – quando você já sabe mais ou menos quem é e se sente confortável dentro da própria pele – é que a diversão começa de verdade.

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